Tim, Telefônica Brasil unem forças para comprar Oi

É cada vez mais real o interesse da filial do Brasil TIM em se juntar com a OI. As duas empresas vão apresentar uma proposta conjunta para tentar ficar com ela, conforme está consignado nos relatórios apresentados perante a Comissão de Bolsa e Valores.

Segundo a Reuters, ambas as empresas têm informado, já que suas intenções ao Conselheiro de finanças de Oi, o Bank of America Merrill Lynch, e de que eles vão começar com as negociações da operadora, seja completa ou de uma parte, que apresentou a sua declaração de falência, a maior de toda a América Latina, em 2016. Se as negociações tiverem êxito e finalmente conseguem comprar a empresa, sua intenção é dividi-la.

Telefônica Brasil opera atualmente, a maior companhia de telefonia móvel do país. Por sua parte, a TIM, controlada pela empresa Telecom Itália, já foi informado à Diretoria de suas intenções. Quanto a Oi, foi reconhecido que este movimento. que causou bastante alvoroço no mercado, demonstra que há interesse por suas operações móveis.

O interesse de ambas as companhias pela Oi não é novo, já que, aparentemente, a operadora já estava negociando com a Telefônica Brasil e a TIM, no passado mês de setembro. Então queria vender ativos para evitar a falência, mas agora parece que o que eles querem é ficar com a empresa por completo.

Então, em setembro, não apenas estas duas empresas já mostravam interesse por ficar com a empresa. Também vários diretores da terceira maior operadora do Brasil, Claro, já manifestaram que estavam abertos para avaliar a possibilidade de chegar a um acordo com a Oi.

Segundo a Telefônica Brasil, se a operação leva, finalmente, ao cabo, gerar valor para seus clientes e acionistas, graças a um “maior crescimento”, assim como a “geração de eficiências operacionais e melhorias na qualidade do serviço. Além disso, contribuirá para o desenvolvimento e a competitividade do setor brasileiro de telecomunicações”. Quanto à TIM, reforçou esta mensagem, ao que acrescentou que a operação será reforçada a capacidade de investimento no mercado de telecomunicações do Brasil.

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